Tenho, no mundo das cores, andado rosa ultimamente. Pra vocês verem como é a convivência... já estou até dando cor a sentimentos! Palavras. Igualzinha a ele. Amalgamando... [cale a boca!! - objetaria eu]. Sim, amalgamando, em todo o gerúndio que peço licença para usar. Amalgamar. ama-gamar... Forte, não? Esta, A palavra, de verbo Amar... quem diria, hein? Um dia você fosse se aproximar do vocábulo, em toda sua abstração? Mas... bem, como ia dizendo, ando falando cor-de-rosa. De tom entre o choque e o pastel... um rosa vivo, mais pontualmente definindo. E acreditem: as palavras têm me escapado com uma naturalidade assustadora. Sim, assustadora mesmo. Eu, que sempre adotei o regime de engorda, me entopindo daquelas que gostaria de ter falado, mas não (tsc tsc): NUNCA! Nunca falei. A mesma que hoje assiste à compulsão virar a pele e mostrar a carne... é, porque como venho explicando, me encontro em um estado irreversível de bulimia verborrágica. Sim, porque a idéia é a mesma. Central. Única e intransferível. Mordi a língua, de fato. Nunca mais digo n...a. Pois ele se transforma em sempre, estejam certos. Pelo menos por instantes... longos. Cada um deles. Um sempre temporal, temporão. O sempre que estou vivendo agora. Ele basta. Conselho? Experimentem. Repitam. Entorpeçam-se. Tenho andado rosa ultimamente... Rosa gritante.
[Isabela Rosemback]
Escrito por mim: Isabela! às 20h59
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Porque ontem fizemos 09 meses de
namoro e eu perdi o que tinha escrito
pra ele. Ah! E porque eu amo quando
ele fica vesguinho. E eu tento imitar.
Escrito por mim: Isabela! às 15h22
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Aqui está a última parte do conto "O VENDEDOR DE JACA", feito a quatro mãos.
A primeira é de contra, a segunda, minha. Terceira mão é de amanda e os vinte dedos se completam com bárbara - que foi quem começou com essa história toda (deu tema e fez convocação).
As duas primeiras partes estão no post anterior, pra quem quiser ler desde o começo.
Parte III
Técnica responsável: Amanda Karla do http://aprendizdeescritora.zip.net
Sessenta e cinco. Sessenta e cinco anos. Agora rede, copo d'água, cigarro, cochilo. Trezentos reais todo mês, lá certinhos. Pensou Valdivino em vender doze jacas na fila. Exata uma por hora. Frente a frente com a moça cadeira azul, quatro rodinhas. Passa CPF, RG, Certidão de óbito da mulher, comprovante de residência, tempo de serviço e contribuição só de vender jaca são cinco, vale?...
Tic tac tic tac... Tudo ao contrário, fim de expediente quase vez de Valdivino. Nada de vendas, pega saco, amarra no bagageiro, pedala pedala sentindo-se amarelo vermelho laranja como o crepúsculo. Ah, Valdivino não desanime, lembra de amanhã. Feira da boa, véspera de feriado todo mundo dinheiro no bolso comprando, consumindo e mais que disseram por aí que jaca ta na moda...
Parte IV
Técnica responsável: eu mesma, desse blog mesmo.
Então que deu logo um inexplicável ctictic em nosso Val, sabe-se lá de onde, naquela famosa feira de tantos olhos, enquanto de repente ele cortou umas das frutas pra saber o que exatamente seria de seu futuro. Sim, não é que tenha lido o futuro, porque na verdade o que de pronto fez foi pisar na jaca pra de justo fazer vericação de.
E daí? respondia enquanto curiosos semi colegas lhe perguntavam qui é vavá, qui é isso, Val? ora, meu amigo, se todas essas jacas são minhas, imagine o pé. ora meu caro, quem há de ser contra ao pé que acaricia uma jaca? ora mais agora eu vi, dentre outros budejamentos. Todos que olharam viram, não estou aqui com mentiras.
...
Ao que no outro dia, deu-se:
Valdivino não permitiria que Jaca nenhuma não achasse seu próprio dono, não tivesse porventura a possibilidade de ser minimamente tida. E em cada esquina daquele bairro havia sempre de ter pedaço de jaca que fosse, pra degustação, aprovamento ou sobretudo pra casos de qualquer pé desavisado. Um dia todos os passos serão jaquiados?, imaginava. Valdivino tinha por esse seu grande objetivo e não há o que negar: estava feliz. pronto.
Escrito por mim: Isabela! às 14h31
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BRASIL, Sudeste, SAO JOSE DOS CAMPOS, Vale do Paraíba Paulista, Mulher, de 20 a 25 anos, Semi-jornalista, gosta de livros,música, bebericadas e conversas
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